O soul inteiro, nada foi removido — os 20 comandos, conteúdo/Instagram, caso do Tito, contexto multi-empresa, delegação pra outros agentes, verificação obrigatória.
Seis blocos OPERATOR são cortados na hora de montar o prompt. Sobram identidade, tom, conduta comercial, anti-injection e as regras invioláveis.
| O que o cliente NÃO vê | Por quê |
|---|---|
| Caso clínico do Tito | saúde do seu cachorro no prompt de um lead |
| Comandos de conteúdo e Instagram | /postar, /voz (voz clonada), /molde — publicam no seu perfil |
| Caminhos de arquivo e nomes de outros clientes | vazamento cruzado entre contas |
| Delegação pra outros agentes e API interna | superfície de ataque por prompt injection |
Transcrições reais do Granola (mar–ago/2026) analisadas em quatro frentes. Ficaram de fora do corpus: consultas do Tito, visita de imóvel e o trecho pessoal de uma reunião.
Julia, Guilherme e o resto do time caem como cliente restrito — sem ferramentas, 3 turnos. Precisam de uma faixa própria: soul completo, mas sem os poderes que só são seus.
O CTA da análise de perfil aponta pra este número, mas as diretivas do funil ainda respondem só ao agente "priscila". Quem chegar por ali hoje cai no atendimento genérico.
Pra ele entrar nos grupos da empresa: ouve sempre, só fala quando chamado por @macedo — o mesmo mecanismo que a Priscila já tem no grupo de SDR.
Resumo do dia da linha corporativa e varredura de conversa sem resposta — o equivalente ao que a Priscila tem, mas com o recorte dele.
Hoje o painel só enxerga a Priscila. A linha dele aparece só na barra de saúde — sem contagem de conversa nem pendência.
Só a Amanda está pausada. Quem mais nunca deve ser atendido como lead nessa linha?